Urban Sketchers: O desenho como forma de presença
- Angela Ponsi
- 19 de ago.
- 1 min de leitura

Desenhar a cidade é mais do que registrar uma paisagem urbana: é aprender a ver. O projeto Urban Sketchers surgiu de encontros coletivos de artistas que saem às ruas para observar e retratar o cotidiano. O caderno vira um diário vivo, repleto de traços rápidos, imperfeições e cores que traduzem o movimento e a vibração da cidade.
Para mim, essa prática é também um exercício de presença. Ao sentar em uma praça ou esquina com meu sketchbook e aquarelas, aprendo a desacelerar, observar detalhes e registrar a vida que pulsa ao redor — a arquitetura, as pessoas, o tempo que muda a luz.

A aquarela se torna uma parceira perfeita para esse tipo de trabalho: fluida, rápida e inesperada, ela acompanha o ritmo do olhar e permite que o instante se transforme em arte.
Mais do que técnica, o Urban Sketching é uma filosofia de vida: estar aberto ao encontro, à troca com outros artistas, ao diálogo com a cidade. Compartilhar esses desenhos no meu portfólio é também compartilhar esse manifesto silencioso de olhar o mundo com mais atenção.
Desenhando a cidade — bastidores do projeto Urban Sketchers

Neste projeto, registrei cenas urbanas em esboços — capturas de atmosfera, arquitetura e vida cotidiana — publicados em julho de 2023 no Behance.
Link: Urban Sketchers
Os bastidores revelam:
Prática de observação in loco, valorizando o olhar sensível ao cotidiano.
Uso de técnicas rápidas, equilíbrio entre precisão e espontaneidade.
Decisões estéticas sobre composição, linha e cor para expressar memória e sensação das paisagens urbanas.





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