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Por uma Escrita Que Cura o Invisível

Atualizado: 30 de jul.

Mulher de cabelos longos olha para o céu noturno sob a luz da lua crescente.

Escrevo porque sonhei.

Sonhei porque não aguentava mais viver no automático.

E, ao sonhar, descobri: a alma quer falar. E fala.


Aos que acham que escrever é vaidade: saibam que é sobrevivência.

Aos que duvidam dos sonhos: saibam que são códigos.

Aos que temem se ouvir: saibam que o silêncio adoece.


Este é um manifesto por uma escrita que toca o que não tem nome.

Por uma escrita que atravessa o peito e volta com respostas que a boca não daria.


Escrevemos porque há algo em nós pedindo passagem.

Escrevemos porque sabemos que, quando uma história é contada com verdade,

ela cura quem escreve — e quem escuta.


Sonhar é um gesto político.

Escrever é um ato de alquimia.

E quando isso se junta à coragem de se mostrar,

acontece o milagre:

o invisível ganha forma.

E o coletivo se transforma.



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