Por que escrevo, mesmo sem me chamar escritora
- Angela Ponsi
- 20 de mai.
- 1 min de leitura
Atualizado: 30 de jul.
Nunca me senti à vontade com o título de “escritora”.

Ele parece grande demais, ou talvez formal demais, para algo que, em mim, é tão íntimo, tão vivo e tão invisível quanto a respiração.
Mas escrevo.
Escrevo desde sempre — às vezes em silêncio, às vezes entre as linhas de um projeto gráfico, às vezes como quem transcreve os próprios sonhos.
Não escrevo para ensinar. Nem para convencer.
Escrevo para permanecer inteira.
Para reorganizar o que a vida desmonta. Para nomear o que a alma sussurra.
Este blog é minha travessia pessoal.
Um espaço para meus contos simbólicos, meus devaneios visuais, meus processos criativos e editoriais — e também para mostrar um pouco do que faço na Editora Conto: dar forma a ideias que nasceram palavras.
Não sou escritora.
Sou alguém que escreve.
E, talvez, seja isso o que me define melhor.
Se você chegou até aqui, seja bem-vindo(a).
Este é um espaço de conexão.
Comigo. Com você.
Com algo que vive no meio — e que a escrita faz emergir.




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