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O Espelho do Rio
Ela caminhava às margens do rio como quem procura um rosto perdido nas águas. Sabia nadar — e até gostava da correnteza — mas seu...
30 de jul. de 20252 min de leitura


O Rio e a Correnteza
Na penumbra do sonho, eu me via deslizando nas águas tranquilas de um rio. A superfície era lisa, calma, como um espelho que refletia o...
27 de jul. de 20252 min de leitura


O Prato da Vida
Durante muitos anos, ela sentava-se à mesma mesa, diante do mesmo prato. A carne de frango, sempre servida do mesmo jeito — macia,...
24 de jul. de 20252 min de leitura


O que é só meu
Ela caminhava por uma estrada de areia clara, sozinha, com o sol filtrado por nuvens doces. Havia largado as malas no quilômetro anterior...
24 de jul. de 20252 min de leitura


O Quartinho dos Fundos
Na casa antiga, de janelas pequenas e memórias grandes, havia um quartinho nos fundos que nunca via a luz do sol. Ali repousavam os...
9 de jun. de 20252 min de leitura


A Cabana e o Espelho
Acordou como quem acorda de dentro de outra. Os lençóis ainda guardavam o cheiro de lareira e cedro molhado. Por um instante, não sabia...
3 de jun. de 20252 min de leitura


Escrita Criativa como Caminho de Autoconhecimento e Expressão
Escrever é mais do que colocar palavras no papel. É uma forma de acessar camadas internas, organizar pensamentos e criar mundos...
28 de mai. de 20251 min de leitura


Se Fosse Possível Recomeçar
Eu negaria tudo. Os conceitos limitados E as teorias vãs. Eu desprezaria todo o aprendizado. Rejeitaria o conteúdo inútil. E cuspiria a...
26 de mai. de 20252 min de leitura


Entre o Medo e o Retorno
Caminhei com passos firmes e vestido leve sob o céu da cidade, certa de que a noite me acolheria como uma velha amiga. Deixei o carro no...
25 de mai. de 20252 min de leitura


A Boca da Tartaruga
Era uma noite silenciosa quando Clarice atravessou um sonho feito de sombras infantis. Andava por um quintal molhado, sob um luar...
20 de mai. de 20252 min de leitura


Yôga: o corpo que escuta a alma
“Yôga não é sobre tocar os pés com as mãos. É sobre o que você aprende no caminho até eles.” Há um ano, comecei a praticar Yôga. Não...
20 de mai. de 20253 min de leitura


Por que escrevo, mesmo sem me chamar escritora
Nunca me senti à vontade com o título de “escritora” . Ele parece grande demais, ou talvez formal demais, para algo que, em mim, é tão...
20 de mai. de 20251 min de leitura


Por uma Escrita Que Cura o Invisível
Escrevo porque sonhei. Sonhei porque não aguentava mais viver no automático. E, ao sonhar, descobri: a alma quer falar. E fala. Aos que...
20 de mai. de 20251 min de leitura


O Que Acontece Quando a Gente Sonha
Não sei dizer o momento exato. Só sei que aconteceu à noite, enquanto eu dormia. Não foi sonho comum — desses que se desmancham no...
20 de mai. de 20251 min de leitura


O território dos macacos
Os macacos desciam pelas árvores em fila, saltavam pelos telhados e invadiam as casas. Não eram agressivos, mas impunham presença. Eram...
20 de mai. de 20252 min de leitura


Banho no templo da mãe
No banheiro da minha mãe, onde o azulejo guarda histórias, entrei nua, inteira, cansada. A cortina do box entreaberta deixava passar a...
20 de mai. de 20251 min de leitura


A Jóia Invisível
Ela veio devagar. Como sempre vinha. Com aquele olhar de quem conhece o tempo e seus atalhos. Era minha tia, mas também era meu reflexo...
15 de mai. de 20251 min de leitura


O Vulcão era Eu
Era manhã clara quando ela acordou com o coração pulsando em silêncio. Não era medo, tampouco alegria: era um chamado. Ainda deitada,...
15 de mai. de 20252 min de leitura


O Banho da Abundância
Era uma manhã dourada quando ela chegou à velha rodoviária com suas companheiras de viagem. Tinham percorrido longos caminhos em busca de...
11 de mai. de 20252 min de leitura


O Beijo Entre Mundos
Na terra onde os véus do sonho se confundem com o real, havia um círculo de jovens mulheres que dançavam sob a luz dourada de um entardecer sem fim. Usavam vestidos que tremulavam ao vento como flores em festa, e riam com a leveza de quem carrega a alma livre. Dentre elas, havia uma que vestia rosa, um rosa suave e romântico, mas que escondia um segredo: uma renda negra que espreitava sutil por entre a fenda de sua veste — como quem diz: sou ternura, mas também fogo. Guiadas
11 de mai. de 20253 min de leitura
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