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O Sonho de Clara
Clara estava sentada numa cadeira de rodas, imóvel, como se a vida tivesse sido suspensa dentro de um corpo jovem demais para o silêncio....
24 de ago. de 20252 min de leitura


A Mulher que Sonha
Sempre me reduzi, consciente ou inconscientemente, para caber nas expectativas alheias. Para ser aprovada, para ser aceita, para ser amada. E, nesse processo, deixei de reconhecer a extensão da minha própria inteligência, sensibilidade e capacidade criativa. Encolhi-me. Tornei-me menor do que realmente sou. Os sonhos, percebi, nunca mentem. Eles se insurgem contra essa redução e me convidam a voltar a mim mesma. Sonho com meus pais, com a casa da minha infância, com gavetas e
23 de ago. de 20253 min de leitura


A Casa da Alma
Na casa sem muros da minha alma a arte é o que me abriga — poesia, música, dança me despem do peso do mundo. Ali, sou nua sem vergonha,...
18 de ago. de 20251 min de leitura


Kaida, a que emerge do fogo e das águas
Depois da tempestade, Kaida voltou à sua cabana interior — um refúgio cercado por bosques encantados, onde o silêncio respirava com ela e...
2 de ago. de 20252 min de leitura


O Espelho do Rio
Ela caminhava às margens do rio como quem procura um rosto perdido nas águas. Sabia nadar — e até gostava da correnteza — mas seu...
30 de jul. de 20252 min de leitura


O Prato da Vida
Durante muitos anos, ela sentava-se à mesma mesa, diante do mesmo prato. A carne de frango, sempre servida do mesmo jeito — macia,...
24 de jul. de 20252 min de leitura


A Boca da Tartaruga
Era uma noite silenciosa quando Clarice atravessou um sonho feito de sombras infantis. Andava por um quintal molhado, sob um luar...
20 de mai. de 20252 min de leitura


Por que escrevo, mesmo sem me chamar escritora
Nunca me senti à vontade com o título de “escritora” . Ele parece grande demais, ou talvez formal demais, para algo que, em mim, é tão...
20 de mai. de 20251 min de leitura


O Beijo Entre Mundos
Na terra onde os véus do sonho se confundem com o real, havia um círculo de jovens mulheres que dançavam sob a luz dourada de um entardecer sem fim. Usavam vestidos que tremulavam ao vento como flores em festa, e riam com a leveza de quem carrega a alma livre. Dentre elas, havia uma que vestia rosa, um rosa suave e romântico, mas que escondia um segredo: uma renda negra que espreitava sutil por entre a fenda de sua veste — como quem diz: sou ternura, mas também fogo. Guiadas
11 de mai. de 20253 min de leitura
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